sábado, 7 de maio de 2011

Não tenho mais para onde ir

Get used to it, honey
the crying before the dawn
the suffering
the "ok-i-don't-mind-,-baby" hiding your actual feelings
get used to it
get used to

life

Doze por oito

E só de querer-me
Pulsa, coração, pulsa
Apesar de tudo que nos é inerente
Pulsa, coração, pulsa
E porque te amo
Pulsa, coração, pulsa
Minha vida não é senão sangue correndo
[veloz nas veias e artérias, irrigando minh'alma, fazendo flores de meus sentimentos, sóis de meus pensamentos, sangue rubro que não me deixa morrer porque
afinal
te tenho]
Pulsa (por ti), (o meu) coração, pulsa (por ti)
Tum, tum
Tum, tum
Tum, tum

terça-feira, 3 de maio de 2011

Humano

Desculpa, amor.
Por eu te querer tanto
por ainda querer suas pernas entrelaçando as minhas
por ainda querer sua mão alisando meus cabelos
por ainda querer seus lábios perdidos nos meus
desculpa, amor
por ser tão (simploriamente)
humano

sábado, 16 de abril de 2011

vida

engraçado
quanto mais eu vivo
menos eu escrevo
estranho perceber o quanto eu escrevia antes sob essa perspectiva

sábado, 9 de abril de 2011

Ósculo

Como pode algo tão bom viciar-me?
Mas não o são todas as drogas, afinal?!
A proibição, suponho, talvez dê mais adrenalina
E a privação cotidiana, mais valor
Não importa!
Um mero toque já me joga o autocontrole aos ares
Desperta meus demônios do passado
Meus desejos (não mais) escondidos do coração

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sexta-Feira ou Música de Saída (para uma vida)

Não durma, apesar do cansaço;
Nçao chore, apesar da(s) saudade(s);
Hoje nós escapamos.
Continue respirando, Julieta.
Pegue todas as suas coisas
e vamos antes que nos peguem.
Quero que todas essas regras e sabedoria
os sufoquem.
Hoje nós escapamos.
Continue respirando.

Novo

E grito ao mundo todo,
porque quem não deve não teme.
O mundo é cego, surdo e mudo,
macacos à procura de estarem certos.
Não de viver bem, não de respeitar os outros.
Enquanto isso não melhora,
vou levando assim,
que o acaso é amigo do meu coração.